Veja os nossos produtos online e peça orçamento. Respondemos rapidamente.
agroalapela
agroalapela
Carrinho 0
agroalapela
agroalapela
  • Produtos
    • Plásticos
    • Redes
    • Cordoaria
    • Sacaria
    • Acessórios de Rega
    • Acessórios Diversos
  • Estruturas
  • História
  • Contactos
Conta Favoritos Carrinho 0
    • Plásticos
    • Redes
    • Cordoaria
    • Sacaria
    • Acessórios de Rega
    • Acessórios Diversos
  • Estruturas
  • História
  • Contactos
  • A minha conta

    Esqueceu a palara-passe?

    Enviamos um email para redefinir a sua palavra-passe

    Iniciar sessão

    Pesquisar na nossa loja

    agroalapela
    agroalapela
    Conta Favoritos Carrinho 0
    Pesquisas frequentes:
    “”
    Mais resultados

    Plástico Biodegradável

    Página Inicial Plástico Biodegradável

    Um plástico biodegradável é concebido, por definição, para se degradar. O agricultor deve, então, respeitar as nossas condições de instalação e de utilização, para obter a duração útil desejada e poder beneficiar desta biodegradação, favorável ao seu contexto económico, social e, naturalmente, ambiental.

    O objetivo destas instruções é fornecer uma INDICAÇÃO sobre a utilização que pode ser feita do mesmo.

    Preparação do solo

    Uma boa preparação do solo antes da instalação do plástico biodegradável é primordial e constitui um fator essencial para o seu desempenho.

    A terra deve ser finamente trabalhada à superfície; eventuais resíduos de cultura ou pedras devem ser previamente enterrados com uma ferramenta adequada para o efeito, de modo a evitar o risco de danificar o plástico por contacto.

    As aplicações de corretivos orgânicos (estrume, adubo compostado) devem ter ser realizadas, no mínimo, 1 mês antes da instalação do plástico e devem estar bem incorporadas no solo, para evitar o contacto direto com o plástico (risco de degradação prematura relacionado com a elevada presença de microrganismos no solo).

    As camalhões devem ser planos ou ligeiramente abaulados, com a terra ligeiramente compactada à superfície e o plástico bem estendido, para evitar qualquer fenómeno de fricção do plástico sobre o solo.

    Instalação do plástico

    A instalação do plástico pode ser realizada com o mesmo equipamento tradicionalmente utilizado para os plásticos de solo em polietileno. No entanto, convém reduzir ligeiramente a tensão do rolo, adaptar a velocidade de instalação às condições do terreno.

    O plástico deve ser suficientemente estendido sobre o camalhão, mas sem excesso, para não ondular ao vento nem provocar, durante a instalação, uma redução da espessura do plástico. Em zonas muito ventosas, é aconselhável fixar bem o plástico, adicionando, a cada 2 ou 3 metros, um pouco de terra.

    Uma vez instalado o plástico, é imperativo plantar no próprio dia ou 2 a 3 dias após a instalação, em função das condições climáticas.

    Rega

    No caso de rega por aspersão, o perfil do camalhão deve ser bem estruturado de modo a  evitar que a água se acumule sobre o plástico. De facto, essa acumulação pode provocar uma degradação prematura do plástico. Após a rega por aspersão, é possível que o plástico fique ligeiramente frouxo. É normal e recuperará a sua tensão inicial assim que secar.

    No caso de utilização de rega gota-a-gota, a fita de rega deve ser enterrada a, pelo menos, 1 cm de profundidade, para evitar o contacto permanente com o plástico. Esta recomendação é particularmente importante no caso de plástico incolor.

    Um excesso de rega pode provocar uma degradação prematura do plástico, especialmente fissuras na linha de contacto lateral com o solo ou sob frutos mais sensíveis, como o melão tipo “Galia”.

    A permeabilidade ao vapor de água do plástico biodegradável é superior à de um plástico de polietileno, pelo que a sua utilização exige uma adaptação rigorosa da rega às necessidades da planta.

    O plástico biodegradável pode começar a degradar-se parcialmente à superfície antes do final da cultura. Esta degradação pode provocar a evaporação das reservas de água contidas no solo. O utilizador deve assegurar-se de que dispõe de meios suficientes para garantir uma boa alimentação hídrica da planta até à data da colheita.

    Perfuração do plástico

    A perfuração do plástico deve ser realizada com ferramentas adequadas e bem afiadas, evitando cortes em ziguezague, que podem dar origem à rutura do plástico.

    Devem ser utilizados, preferencialmente, perfuradores circulares ou facas em forma de T ou Y, para evitar qualquer início de rutura. A perfuração a quente é possível.

    O plástico pode, mediante pedido, ser micro ou macroperfurado.

    Duração do plástico

    A duração útil de um plástico biodegradável pode variar de algumas semanas a vários meses, em função da formulação escolhida e das condições de utilização. As cinéticas de degradação dos plásticos biodegradáveis são fenómenos complexos que dependem de numerosos fatores, entre os quais: radiação UV, atividade dos microrganismos, temperatura, nível de humidade, esforços mecânicos a que o plástico possa estar sujeito, quantidade de oxigénio no solo, etc.

    A utilização de tratamentos químicos pode provocar uma aceleração da cinética de degradação. As durações úteis são fornecidas pelo fornecedor (Agroalapela) a título indicativo.

    IMPORTANTE: recomenda-se ao utilizador de plásticos em materiais biodegradáveis a realização de ensaios para o uso pretendido, em superfícies reduzidas mas representativas. Estes ensaios permitirão validar o tipo de plástico escolhido nas condições reais de utilização. A espécie cultivada e a condução da cultura (incluindo a densidade de plantação) têm uma influência significativa na velocidade de degradação do plástico à superfície. Alguns fatores, como um terreno difícil ou mal preparado, uma máquina exigente, uma planta com fraca cobertura do solo, calor excessivo, entre outros, devem orientar o utilizador para a escolha de uma espessura superior à habitual.

    Comportamento do plástico

    Utilizado sob estufa ou em campo aberto, o plástico terá um comportamento diferente. Da mesma forma, um plástico biodegradável utilizado em culturas rasteiras, como alface, morango, pepino, etc., cobrirá o solo de forma diferente quando comparado com culturas de porte elevado, como tomate, beringela, etc.

    No caso de frutos em contacto direto com o solo (melões, abóboras, etc.), a zona de contacto entre o fruto e o solo exposto ao sol pode constituir uma área de degradação mais rápida do plástico. O utilizador deve assegurar-se de que este fenómeno não será prejudicial para a sua cultura.


    Destino do plástico no final da cultura

    No final da sua duração útil, o plástico perde parcialmente a sua resistência mecânica, o que permite a sua incorporação no solo através de mobilização após o término da cultura.

    O solo deve ser trabalhado (lavra profunda ou mobilização superficial) de forma a enterrar os resíduos de plástico, que continuarão o seu processo de degradação.

    A técnica de sementeira direta não é, até ao momento, recomendada após a utilização de plástico biodegradável.

    É importante recordar que os microrganismos do solo são responsáveis pela degradação do plástico biodegradável. Assim, a velocidade de degradação será diferente à superfície e no interior do solo. No final da cultura, pequenas películas de plástico degradado podem aderir aos frutos anteriormente em contacto com o plástico; o agricultor deverá, então, adotar as medidas adequadas para as remover (escovagem ligeira manual ou mecânica).

    Armazenamento

    A característica biodegradável deste tipo de acolchoamento impõe condições particulares de armazenamento e manuseamento:

    As bobinas devem ser utilizadas, no máximo, até um ano após a data de compra, desde que armazenadas nas condições indicadas abaixo.

    Evitar expor o plástico aos principais fatores de degradação (humidade, temperatura elevada, microrganismos, contacto direto com a luz).

    As bobinas não utilizadas ou parcialmente utilizadas devem ser armazenadas na sua embalagem de origem e em local abrigado.

    As bobinas devem ser armazenadas horizontalmente, de forma a evitar o afundamento e a deformação do produto sob o efeito do peso das próprias bobinas. Não sobrepor paletes de bobinas de plástico biodegradável. Em caso de rasgão no plástico, recomenda-se eliminar as partes danificadas, que poderão causar problemas na instalação em campo.

    As bobinas de plástico biodegradável fino devem ser manuseadas com maior cuidado do que as bobinas de plástico standard mais espesso.

    Limites de responsabilidade

    As cinéticas de degradação dos plásticos biodegradáveis são fenómenos complexos e dependem de numerosos fatores. As durações úteis são indicativas e resultam da  experiência de vários anos no terreno.

    Se, por qualquer motivo (acidente, incumprimento das condições de instalação e utilização, condições climáticas excecionais, etc.), o plástico não prestar os serviços a que se destina, a nossa empresa (Agroalapela) não poderá ser responsabilizada.

    Compete ao utilizador, antes de qualquer utilização profissional, realizar ensaios para validar o produto nas condições específicas de utilização. O utilizador deve verificar regularmente o bom estado dos plásticos e, em caso de anomalia, tomar as medidas de conservação necessárias.

    Newsletter

    Não perca as nossas novidades!

    Menu

    • Produtos
    • Estruturas
    • História
    • Contactos

    Informação Legal

    • Política de Privacidade
    • Termos e Condições
    • Livro de Reclamações
    • R.A.L -Resolução Alternativa de Litígios de Consumo

    Contactos

    Zona Industrial de Fão S/N,

    Rua das Pedreiras,

    4740-406 Fão

    Telem. |[+351] 912071139 *chamadas para a rede móvel nacional

    Email | info@agroalapela.pt

    Newsletter

    Não perca as nossas novidades!

    Menu

    • Produtos
    • Estruturas
    • História
    • Contactos

    Informação Legal

    • Política de Privacidade
    • Termos e Condições
    • Livro de Reclamações
    • R.A.L -Resolução Alternativa de Litígios de Consumo

    Contactos

    Zona Industrial de Fão S/N,

    Rua das Pedreiras,

    4740-406 Fão

    Telem. |[+351] 912071139 *chamadas para a rede móvel nacional

    Email | info@agroalapela.pt

    © Agroalapela 2022
    Opções de pagamento:
      Carrinho 0